“Brincar a pensar” – manual de filosofia para crianças

 

Uma escola melhor não fabrica adultos; perpetua a idade dos porquês», defende Celeste Machado, investigadora com formação na área da Filosofia e a finalizar o seu doutoramento sobre o tema “Educar para/o Pensar”, na Universidade de Aveiro. Idealiza um conceito de escola onde as crianças aprendem a raciocinar, julgar, ter sentido crítico e a tirar partido das maravilhas da sua inteligência. Uma escola que se aproxima mais de um laboratório do que do tradicional auditório. No contexto destas correntes, programas pedagógicos como a Filosofia para Crianças, ganham protagonismo. Criado no final dos anos 60, tem conquistado professores, pais e alunos em todo o mundo. Os seus benefícios são claros e estruturantes, com aplicações na vida escolar, mas também no dia-a-dia das crianças que adquirem, assim, ferramentas para se tornarem adultos que fazem a diferença.

 

 

Querendo aprofundar esta temática, adquiri o livro (capa e sinopse que abaixo apresento) querendo aprofundar estas temáticas no CATIVAR 2017/2018. Todos os desenvolvimentos dentro desta temática serão apresentados neste blogue, pois sou da opinião que as práticas de sucesso deverão ser partilhadas para serem replicadas.

Sinopse:

O programa Filosofia para Crianças, em forma de livro, é constituído por um conjunto de histórias inventadas, mas construídas a pensar nas vivências das crianças, em ambientes escolares e familiares, e que remetem para a reflexão e discussão de temas filosóficos. Este programa visa desenvolver as capacidades de raciocínio e do pensamento em geral. Para além das histórias, há também um conjunto de jogos filosóficos que podem ser usados intercaladamente com as histórias. Este livro destina-se a ser usado por professores e educadores de alunos do pré-escolar e do primeiro ciclo.

 

 

O QUE SE PRATICA

São imensas as competências trabalhadas pela Filosofia para Crianças ao longo dos anos. Aqui ficam alguns exemplos pertinentes:

– Precisar o que é vago e ambíguo, raciocinar por analogia, detectar falácias, pensar por meio de silogismos;

– Dar e pedir boas razões, dar e pedir exemplos e contra-exemplos, problematizar, autocorrigir-se, potencializar a imaginação;

– Estabelecer relações entre conceitos, precisar semelhanças, definir conceitos filosóficos;

– Escutar e respeitar os outros, cuidar do crescimento dos outros, dialogar, inferir visões do mundo, ter auto-controlo.

 

Se quiser saber mais, pesquise em:

http://www.paisefilhos.pt/index.php/criancas/dos-6-aos-10-anos/3003-aprender-a-pensar

 

https://prezi.com/iiotmsfcdhe0/brincar-a-pensarbrincar-a-escrever-e-assim-que-eu-gosto-de-aprender/

Sugestão de um livro:

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