Inteligência e Educação Emocional…alguns apontamentos

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A infância é um lugar privilegiado para a aprendizagem “inteligente” das emoções. A inteligência “emocional” deve ensinar-se na escola. Qualquer contexto é adequado e a sua aprendizagem é necessária ao longo da vida. No entanto, as habilidades emocionais básicas devem ser introduzidas na escola desde os 3 anos. De acordo com Gardner (1987) ” (…)é da máxima importância reconhecer e estimular todas as variadas inteligências humanas e todas as combinações de inteligências. Nós somos todos tão diferentes, em grande parte, porque possuímos diferentes combinações de inteligências. Se reconhecermos isso, penso que teremos pelo menos uma chance melhor de lidar adequadamente com os muitos problemas que enfrentamos neste mundo. “A capacidade emocional pode ser desenvolvida nas crianças, tanto de uma forma individual como coletiva em pequenos grupos, através de uma série de exercícios simples e práticos para cada habilidade emocional básica.

A Educação Emocional pode ser compreendida como um processo educativo, contínuo e permanente, que pretende potenciar o desenvolvimento emocional como complemento do desenvolvimento cognitivo, sendo que ambos são imprescindíveis para o desenvolvimento total da personalidade de um indivíduo. O processo de Educação Emocional tem como objetivo primordial aumentar o bem-estar pessoal e social dos alunos, tornando-os emocionalmente mais inteligentes, fazendo com que estes consigam trabalhar em grupo, sejam mais otimistas e confiantes para enfrentar os problemas que possam surgir diariamente. Partindo-se do pressuposto que cabe à escola não só ensinar como também educar, esta deve ajudar os alunos a desenvolverem a sua inteligência emocional, esta medida pode contribuir para a diminuição da indisciplina e desmotivação, contribuindo para o sucesso escolar dos alunos. Tal como refere Goleman (2000) é importante “educar” as emoções para permitir aos alunos lidar com diversos tipos de situações, tais como, frustrações, reconhecer os seus medos e angústias, trabalhar em grupo, entre outros.

MIRÓ

Referências Bibliográficas:

 

  • Gardner, H. (2007) Inteligências Múltiplas: Novos horizontes . New York: Basic Books.
  • Goleman, Daniel (2000). Trabalhar com Inteligência Emocional. 3ª ed. Lisboa: Temas e Debates.
  •  Goleman, D. (2003). Inteligência Emocional . 12ª ed. Lisboa: Temas e Debates.
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