“A Educação Emocional é um desafio da escola no século XXI”

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Indubitavelmente, a Educação Emocional é um desafio da escola no século XXI. Assumidamente norteado pela utopia de uma «escola de sonho», o pressuposto dos autores (Marujo e Neto, 2004) é que a escola é uma comunidade relacional com uma dinâmica muito própria. Sem se recorrer a grandes mudanças curriculares ou investimentos externos, é possível trabalhar no sentido de graduais mudanças comunicacionais, emocionais e relacionais que estimulem o gosto por uma participação empenhada e construtiva. Os insucessos escolares e nos seus futuros fracassos profissionais. Por exemplo, os alunos com pouca inteligência emocional têm uma autoestima mais baixa, índices elevados de agressividade, maior sintomatologia depressiva e ansiosa e índices mais elevados de insucesso escolar e de consumo de droga(Berrocal, et. al., 2004).
A Educação Emocional pode ser compreendida como um processo educativo, contínuo e permanente, que pretende potenciar o desenvolvimento emocional como complemento do desenvolvimento cognitivo, sendo que ambos são imprescindíveis para o desenvolvimento total da personalidade de um indivíduo. O processo de Educação Emocional tem como objetivo primordial aumentar o bem-estar pessoal e social dos alunos, tornando-os emocionalmente mais inteligentes, fazendo com que estes consigam trabalhar em grupo, sejam mais otimistas e confiantes para enfrentar os problemas que possam surgir diariamente. Partindo-se do pressuposto que cabe à escola não só ensinar como também educar, esta deve ajudar os alunos a desenvolverem a sua inteligência emocional, esta medida pode contribuir para a diminuição da indisciplina e desmotivação, contribuindo para o sucesso escolar dos alunos. Tal como refere Goleman (2000) é importante “educar” as emoções para permitir aos alunos lidar com diversos tipos de situações, tais como, frustrações, reconhecer os seus medos e angústias, trabalhar em grupo, entre outros.


Em jeito de remate, poderei afirmar que o propósito deste Projeto será o desenvolver, de forma inequívoca, do relacionamento interpessoal e de grupo estabelecendo a promoção da autonomia e a exigência de responsabilidades no sentido de uma cooperação contínua entre os alunos, sempre com o intuito de proporcionar o estabelecimento de um meio favorável ao aperfeiçoamento pessoal e ao “deleite” de aprender.
Saiba mais em:

  •  Goleman, Daniel (2000). Trabalhar com Inteligência Emocional. 3ª ed. Lisboa: Temas e Debates. 


  •            Marujo, H. A e Neto, L. M. (2001). Optimismo e Inteligência Emocional – guia para educadores e líderes. Lisboa: Editorial Presença.
Emília Silva – 2014/2015
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