As minhas leituras do fim de semana

1ª opção de leitura - Cá Dentro - Guia para descobrir o cérebro (2ª Edição)   de Isabel Minhós Martins e Maria Manuel Pedrosa; Ilustração: Madalena Matoso RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA Um livro fantástico para todas todas as idades, dá-nos a conhecer cientificamente melhor este nosso órgão fundamental, mas mais que isso...muito mais que isso...Faz-nos entrar "Cá dentro", cérebro adentro, e descobrirmos curiosidades ...

21 de março de 2021, Dia da Poesia & da Árvore

"Uso a palavra para compor meus silêncios. Não gosto das palavras fatigadas de informar. Dou mais respeito às que vivem de barriga no chão tipo água pedra sapo. Entendo bem o sotaque das águas Dou respeito às coisas desimportantes e aos seres desimportantes. Prezo insetos mais que aviões. Prezo a velocidade das tartarugas mais que a dos mísseis. Tenho em mim um atraso de nascença. Eu fui aparelhado para ...

“Dia do Pai” -Leitur@(s)

  Pê de pai, um livro cativante de Isabel Minhós Martins  e com ilustrações de Bernardo Carvalho Sinopse: Um pai é mesmo uma pessoa muito especial. Capaz de se dobrar, desdobrar, encolher e esticar… um pai transforma-se, num passe de mágica, nos objetos mais incríveis. Ou será que nunca repararam nos pais transformados que andam por aí? Pais-cabides, pais-ambulâncias, pais-aviões, pais-sofás, pais-escadotes, ...

End of second E@D. 12/03/2021

Um ano depois do primeiro confinamento...dois meses depois do segundo confinamento... Tempo(s) de reflexão:  Desconstruir para (re)construir;  Desaprender para (re)aprender... não é voltar à estaca zero. É simplesmente estar sempre atento/a a uma nova etapa ou um novo desafio. Deveríamos procurar a medida justa entre aquilo que aprendemos (passado,... experiência,...) e aquilo que desejamos (futuro, devir,...) ...

5*week – E@D – Confi(n)ar: ” Neurónios dos sentimentos” – António Damásio

A minha atenção deteve-se na leitura do artigo da jornalista Teresa Sofia Serafim , no Público (8/3/2021 - p. 26-27), no qual é feita referência à conferência do neurocientista de renome mundial António Damásio, o qual  foi um dos oradores de uma das conferências que marcou o 31.º aniversário do PÚBLICO. Sentimentos, emoções, consciência e ...

5*week -E@D-Confi(n)ar: “Dia Internacional da Mulher”

Início da quinta semana do E@D, celebramos hoje o Dia Internacional da Mulher, símbolo das lutas pelos direitos da mulher. Expresso a minha homenagem e profunda admiração pelas Mulheres (Maravilha) que lutam e se desdobram para conciliar os papéis e as dimensões pessoais, familiares e profissionais, com Coragem, Sabedoria e Determinação e digo, diariamente, aos ...

4*week – E@D – Confi(n)ar: ” A última paragem”, uma sugestão de leitura

  Pela manhãzinha, antes de preparar a minha aula síncrona da manhã, leio o meu jornal de eleição e detenho-me numa notícia sobre o Programa GAP, lançado pela Gulbenkian a semana passada. A mentora do Programa, Íris Damião,  põe enfase na leitura no trabalho que realiza com  alunos a quem a pandemia veio acentuar dificuldades na escola. ...

Another weekend…a caminho da 4ª semana E@D: “Confi(n)ar versus addict”

Os meus seguidores questionaram-me sobre a minha falta de postagens na semana que passou...e a cada um deles respondi-lhe que sinto-me extenuada apesar da minha paixão pela profissão...mas está a ser demais... a profissão que adoro invadiu o meu espaço pessoal...sinto-me uma addict, com sérias consequências na minha sanidade mental e na voz, o meu ...

10 day * E@D – Confi(n)ar: “Um (pequeno) desabafo”

Ao longo dos últimos anos, temos dito (e repetido) que o professor é a pessoa, e que a pessoa é o professor. Que é impossível separar as dimensões pessoais e profissionais. Que ensinamos aquilo que somos e que, naquilo que somos, se encontra muito daquilo que ensinamos. Nóvoa, A. (2009) Ontem, não publiquei o post que habitualmente ...

9 day * E@D – Confi(nar). ” Professora, como podemos espalhar o vírus da bondade?”

  " Professora, como podemos espalhar o vírus da bondade?" Uma questão assaz interessante e inquietante ao mesmo tempo surgiu na minha aula com crianças de oito anos quando estávamos a falar pela "milionésima" vez  sobre a situação em que estamos a viver...a doença e a pobreza. De início, fiquei sem respirar pela dimensão afetiva da questão...depois foi ...