“Ser feliz” com o Programa MindUP – EB de Marinheiros (4º anos)

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A  capacidade de ser consciente tem maior potencial de desenvolvimento através da meditação mindfulness. Uma das meditaçõesmindfulness mais populares é a atenção plena na respiração. Trata-se de estar conscientemente atento à sua respiração. 
Os alunos já conseguem, com muita facilidade, vivenciar estes passos:
 
  • “Esteja ciente do sentido da sua própria respiração. Não precisa mudar o seu ritmo, apenas sinta a sensação física da sua respiração entrando e saindo do corpo.
  • Pode sentir a respiração no nariz, na garganta, no peito ou para baixo na sua barriga.
  • Quando a mente divagar em pensamentos traga a sua atenção de volta. É da natureza dos pensamentos levar a sua atenção para longe de tudo o que você deseja focar, e passá-la para pensamentos sobre o passado ou futuro, preocupações e sonhos.
  • Assim que perceber que está a pensar noutro assunto, observe o que estava a pensar e guie suavemente a sua atenção de volta para a respiração. Não precisa de se criticar.”

Mindfulness na respiração é tão simples como isso. Trazer uma sensação de atitudes conscientes para a sua experiência, como a curiosidade, a bondade e a aceitação. Pode fazer este exercício num espaço de tempo tão curto quanto um minuto, ou então prolongá-lo o tempo que desejar. 

 
   
A felicidade é, provavelmente, o desejo máximo que todos os educadores querem para os seus alunos. Supomos que a infância é a etapa mais feliz e alegre da vida de uma pessoa, mas nem sempre é assim. Muitas crianças são propensas à tristeza, à ansiedade ou à irritabilidade. No entanto, a felicidade também se aprende. São vários os factores que contribuem para que uma criança seja feliz. A educação tem um contributo de cerca de 40%.
Este é um dos motivos que impulsionou esta sessão do CATIVAR, tendo como objetivo descobrir quais são as chaves da felicidade na infância e na escola.

  
A felicidade é algo subjetivo que tem duas componentes: a afetiva (a experiência de experimentar emoções positivas) e a cognitiva (sentirem-se satisfeitos com a própria vida).
Afirmam os investigadores, que apenas 10% da felicidade depende das circunstâncias externas e, embora a capacidade para se ser feliz seja algo inato, está na nossa mão incrementá-la. Possuímos um incrível potencial de melhorar a felicidade e o bem-estar que depende exclusivamente dos nossos atos e pensamentos. Dessa forma, nós, os educadores podemos trabalhar com as crianças para que aprendam a ser mais felizes desde pequenas.

Emília Silva – 2014/2015
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